📢 CARTA ABERTA À SOCIEDADE:
POR QUE O ESTADO NÃO CONSEGUE COMBATER O CRIME COMO DEVERIA ?
A PREMIAÇÃO AO CRIME e a LEI interpretada de forma seletiva para os amigos do "Rei" passa mensagem errada ao povo :
Estamos diante de um paradoxo do sistema penal brasileiro: criminosos políticos recebem privilégios, enquanto pobres sofrem em presídios superlotados sem chances reais de ressocialização.
De um lado, acusados de corrupção desfrutam de habeas corpus rápidos, celas especiais, prisão domiciliar e até “descondenações”, mostrando que quem tem poder não enfrenta punição efetiva. Do outro, o preso comum enfrenta abandono, falta de trabalho, estudo, saúde e apoio, sendo lançado em um ambiente dominado por facções.
Como o Estado não oferece proteção nem perspectiva, as facções assumem o controle, oferecendo pertencimento e assistência, transformando presos em soldados do crime. Assim, a promessa de ressocialização se torna fictícia, e o sistema produz indivíduos ainda mais revoltados e perigosos.
A mensagem transmitida é cruel: ricos e poderosos não são punidos; pobres não são recuperados. Esse desequilíbrio destrói a confiança nas instituições e alimenta o crime organizado.
URGE uma REFORMA urgente: punição real para criminosos políticos, tratamento de recuperação com trabalho para os presos comuns com poucos antecedentes, oportunidades reais de estudo e trabalho e retomada das prisões pelo Estado — para que a sociedade receba cidadãos recuperados, não criminosos mais perigosos.
Não bastando essa cultura política das negociatas, outras situações tiram da polícia e da justiça o foco principal :
🚨 1. FALTA DE PLANTÃO DA POLÍCIA JUDICIÁRIA NO INTERIOR:
Consequências diretas:
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Quem comanda a cidade depois das 18h?
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PM perde horas em deslocamentos para delegacias de plantão em outras cidades.
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Facções, traficantes e ladrões aproveitam o vazio institucional.
🚨 2. DENÚNCIAS FALSAS e CONFLITOS DOMÉSTICOS QUE MUITAS VEZES NÃO SÃO CRIMES :
A explosão de chamados envolvendo brigas de casal sem violência, na maioria discussões verbais, vizinhos em guerra e denúncias falsas consome enorme parte do tempo policial.
Muitos usam o sistema como arma emocional, especialmente após protocolos rígidos da Lei Maria da Penha, que exigem resposta imediata mesmo sem risco real.
Consequências:
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Viaturas ficam horas empenhadas em casos sem crime algum.
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Crimes reais acontecem sem resposta.
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Perde-se foco no essencial: vida, patrimônio e combate às facções.
🚨 3. BUROCRACIA EXCESSIVA. O POLICIAL VIROU ESCRIVÃO, DIGITADOR e ANALISTA( terapeuta ) :
A polícia perde horas todos os dias com papelada inútil:
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Boletins extensos,
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Prisões em flagrante de 30 páginas,
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Sistemas lentos e não integrados,
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Registros duplicados.
👉 Menos tempo nas ruas significa mais espaço para o crime organizado.
🚨 4. A “INDÚSTRIA DA MULTA”. AS FORÇAS DE SEGURANÇA COMO AGENTES ARRECADADORES:
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blitz de IPVA,
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lacres,
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penalidades administrativas,
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metas de arrecadação.
O policial deixa de enfrentar roubos, furtos, homicídios e tráfico para virar cobrador de tributos indiretos.
🚨 5. FALTA DE INTELIGÊNCIA POLICIAL: O FOCO É A FOTO COM A VIATURA NOVA.
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investigação,
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análise de dados,
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infiltração,
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inteligência regional,
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combate à estrutura financeira das facções.
🚨 6. PERÍCIAS DEMORADAS :
🚨 7. ATRIBUIÇÕES QUE NÃO SÃO DA POLÍCIA, MAS VIRARAM “OBRIGAÇÃO”:
A polícia é obrigada a fazer o que não é função policial:
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buscar documentos,
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mediar brigas de vizinhos,
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resolver conflitos civis,
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transportar presos por longas distâncias.
Isso não é segurança pública — é assistência social forçada.
🔥 O RESULTADO FINAL É ÓBVIO E GRAVE:
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O crime organizado ocupa cada espaço deixado pelo Estado.
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As facções crescem e se territorializam.
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Cidades do interior ficam com poder paralelo durante a noite.
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Policiais trabalham estressados, exaustos e sobrecarregados.
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A população perde a confiança no sistema.
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E a criminalidade ganha.
🛑 CONCLUSÃO: O BRASIL PRECISA DECIDIR SE QUER SEGURANÇA OU SE QUER APENAS ARRECADAÇÃO.






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